Advocacia para P2P, OTC e PSAV

Assessoria jurídica para P2P, mesas OTC e PSAV em diligência bancária, MED, Pix, wallet, txid, liquidação, tributação e autorização.

A operação precisa provar o caminho entre a ordem, o Pix e o ativo virtual.

P2P, OTC E PSAV

A diligência bancária reconstrói quem ordenou, quem pagou, qual wallet recebeu, como o preço foi formado e como a liquidação entrou na contabilidade. A Nagurnhak organiza esse fluxo em parecer de perímetro, dossiê bancário e prontuário MED.

Ordem → Pix e MED → Wallet e txid → Liquidação

Ordem comprovada: A ordem reúne cliente, ativo, quantidade, preço, taxa, horário e contraparte. O registro identifica quem formou a cotação e quem assumiu preço e risco. Pix e titularidade: Em evento MED, pagador, titular, valor, beneficiário, ordem e transações subsequentes precisam formar uma cronologia verificável. Conta intermediária ou recurso de terceiro exige causa documentada. Wallet e txid: Endereço, rede, ativo, origem, destino e txid recebem vínculo com a ordem correspondente. Quantidade, horário, cliente e contraparte precisam coincidir com o registro interno. Liquidação e registro fiscal: Estoque próprio, valor de terceiro, spread, fee e custo de aquisição recebem classificação distinta. Nota fiscal, razão contábil e DeCripto precisam reproduzir a liquidação efetiva.

Qual situação descreve a empresa?

Operador P2P ou OTC; PSAV em operação; Empresa em adequação ou autorização como PSAV

Qual assunto trouxe a demanda?

Conta bancária, diligência ou encerramento; MED, bloqueio ou contestação Pix; Enquadramento ou autorização PSAV; PLD/FT, governança ou controles; Tributação, DeCripto ou societário

Leve um caso real para uma conversa reservada.

Dra. Gilmara Nagurnhak, OAB/SC 60.763. Autora de Habeas Cripto, Rastros na Cadeia: Ferramentas de Blockchain Forensics e Análise de Ativos Digitais e artigos publicados no Migalhas, Medium, LinkedIn e blog da Nagurnhak.

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